Vinho Envenenado
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(Source: maggots, via too-stupid)


Texto postado em 20/04/2012 às 8:13pm | 7,282 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 20/04/2012 às 8:12pm | 1,276 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 20/04/2012 às 8:12pm | 315,012 notes | (reblogue this!)

Momento fotos históricas :

com-humor:

 


(via ghost-for-you)

Texto postado em 20/04/2012 às 7:48pm | 17,799 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 20/04/2012 às 7:30pm | 15,921 notes | (reblogue this!)

Feliz dia do índio pra você que fala “pra mim fazer” “pra mim ir” “pra mim alguma coisa”.

(Source: ignorad0, via maravilhanaervilha)

Texto postado em 19/04/2012 às 4:33pm | 2,668 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 12/04/2012 às 3:34pm | 1,071 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 6/04/2012 às 11:46am | 666 notes | (reblogue this!)
nectar-e-uisquedefogo:

quando é a passeata?

nectar-e-uisquedefogo:

quando é a passeata?


Texto postado em 6/04/2012 às 11:42am | 2 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 1/04/2012 às 8:17pm | 16,773 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 31/03/2012 às 6:31pm | 24,626 notes | (reblogue this!)


Texto postado em 28/03/2012 às 6:56pm | 1,832 notes | (reblogue this!)

“PEGUE SUA VARINHA JOVEM SEMIDEUS, PORQUE OS JOGOS COMEÇARAM.”

“PEGUE SUA VARINHA JOVEM SEMIDEUS, PORQUE OS JOGOS COMEÇARAM.”

(Source: riddikulushp, via hogwarts-for-eternity)


Texto postado em 27/03/2012 às 6:49pm | 958 notes | (reblogue this!)

Louco. Assassino. Doentio. Psicopata. Mentiroso. É isso que eles acham que eu sou. Poucos sabem o que realmente aconteceu naquela noite. Pena que estão… Mortos. Eu fui o único sobrevivente e acabei sendo culpado por tudo. Culpado pela morte dos meus amigos, da minha esposa e dos meus filhos. E mesmo sabendo que eu não fiz tudo isso me sinto culpado. Sujo. Me sinto um ser repugnante. Quem dera eu estivesse em uma cadeia. Quem dera… Estou em uma especie de manicômio judiciário, julgaram ser mais seguro me colocar aqui. Pois segundo eles eu sou louco. Eles não acreditaram em mim quando disse que fomos atacados por uma coisa que julgava não existir, pensava que só existia em livros e filmes mas estava enganado… Eles estão no meio de nós, se passam por humanos, sempre passam despercebidos e são bastante cuidadosos quanto a seus assassinatos. Sim eu estou falando de vampiros. Ria. Não vou te obrigar a acreditar em mim, mas é a pura verdade. Quem dera fossem como nos filmes… Mas não são. São criaturas astutas, ágeis e maquiavélicas. Não. Eles não queimam e nem brilham a luz do sol. Como eu disse são como nós humanos a unica diferença é que… Eles se alimentam de sangue. Estou aqui a três anos, desisti de tentar convencer alguém de minha inocência, vivo em um mundo só meu, não falo com ninguém, não interajo com ninguém. Faço de tudo para não ficarlouco assim como os outros residentes aqui, faço de tudo para preservar a minha sanidade. Mas acho que tenho falhado, sinto minha sanidade se esvair ao pouco, tento me distrair mas é impossível. Escuto gritos durante a noite, vejo pessoas indo para a solitária e voltando mortas e muito raramente voltavam vivos. Tenho certeza absoluta que aqui é apenas um pedaço do inferno na terra.
- Venha está na hora de sua consulta com o novo médico. - O carcereiro chefe do prédio C veio me avisar destrancando a minha cela
Me levantei calmamente da minha cama que estava precariamente acabada e andei até o carcereiro, as algemas tiniam com o balançar das mãos do homem
- Isso é mesmo preciso? - Perguntei estendendo minhas mãos para ele algemar
- Você sabe que é Nicholas, eles te julgam um assassino perigoso. - O carcereiro disse me algemando e me guiando para fora da cela
- Mas você sabe que não sou. - Sussurrei andando lentamente nos corredores do helvete. É, helvete, foi assim que o apelidei e isso significa inferno.
Chegamos até o consultório do meu novo médico e Tom, o carcereiro deu três leves batidas na porta. Olhei a placa cor de prata que estava grudada na porta com os dizeres: ”Doutor Andrey Klais” Não sei porque mas esse nome me deu arrepios a porta se escancarou e um rosto conhecido apareceu no batente da porta. Era ele. O monstro. O culpado por eu estar ali. Meu coração bateu forte no meu peito e eu olhei para Tom com o olhar mais assustado que pude pedindo para ele me tirar dali, mas ele não percebeu.
Eu tentei sair correndo mas um dos guardas que infelizmente passava pelo local me segurou, eu fiz o maior esforço possível para me soltar. Eu gritava apontando para o doutor que fingia cara de espanto.
- É ELE, É ELE É ELE. ELE É UM VAMPIRO. ELE MATOU MINHA FAMÍLIA, ELE MATOU MEUS AMIGOS.
O guarda me jogou no chão me imobilizando e o monstro se aproximou de mim a passo lentos com uma seringa em mãos. Ele se abaixou ao meu lado e injetou o liquido que havia na seringa em mim e antes de apagar eu o ouvi dizer:
- Tenha uma boa estadia na solitária. - Seguido de uma risada maléfica
- Eu te odeio. - Murmurei antes de apagar

— Anny Critinne (via matematica-do-amor)

Texto postado em 26/03/2012 às 10:30pm | 11 notes | (reblogue this!)

Sempre que brigava com meus pais, planejava fugir de casa com minhas coisas.

maravilhanaervilha:

gif

(Source: besteiras-saudaveis)

Texto postado em 26/03/2012 às 3:36pm | 23,837 notes | (reblogue this!)
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